

A Janela Secreta...Parti uma Janela...A Janela Secreta...
Sobrevivia neste mundo, Sem ar que me salvasse, Sem dor que me alertasse Do nada e do conto, Que passavam a vida em confronto, Arrastando-me para um poço profundo...
Lá em baixo sou eu...
Cravo dedos para subir, Nunca paro de sangrar Morte para sair deste lugar, Morte e no pensamento nada De um futuro sem amada, Sem segredos para sentir...
A Janela apareceu...
Negro se vê ao perto Nos seus vidros medito, E em branco luz escrito, Vi um conto lá mostrado Que parecia do meu agrad


O Vale...No meio de um vale me encontro. Onde a natureza me abriga, Onde o sol passa despercebido, Onde do mundo nem um aviso...O Vale...
Num piano me sentei, Teclando uma branca, Teclando cinco pretas, Teclando como cem manetas...
Para um coma de absinto me atirei. Devaneio na arte de mergulhar, Devaneio tropeçando no inconsciente, Devaneio sem rumo na minha mente...
O sol adormece diante da minha alma, Pegando fogo ao horizonte, Pegando numa chama do meu ser, Pegando na morte e abrindo o seu livro para eu ler...
Folheio devagar cada pág


O Castelo...Cai o pano de nevoeiro espesso...O Castelo...
Cinzas baixam vindas do nada, Pousando na beira branca da estrada...
Majestosos teclados choram incessantemente, Uma e uma só nota gelada De apatia e pura dor incrustada...
A Alma grita e ruge constantemente Num apelo à beleza terrena evidente... Exige devolução da sua pena: Auto-comiseração exigente...
Ela é um Castelo imponente... Ninho do nada e falso alento... De um de cinzento magoado por fora... De um vermelho lava por dentro... Sem coração em seu centro...
Alma carente, fria demo
vou-te dar watch
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tururu
The best wishes for your carrer.
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"What is real?"
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Have a great day
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